
Mais uma vez minhas pernas já eram, não as sinto.
Mais uma vez meu coração precisa se esvaziar para caber em mim mesma. Mais uma vez eu tento controlar minha emoção, na minha necessidade de provar que meu coração está aí, contigo, sempreee... nas tuas mãos.
Tentar organizar em palavras o que está dentro de mim, está difícil... uma verdadeira bagunça, será um desafio.
E desta vez eu vou tentar fazer com que tudo tenha algum sentido!
Já que nem você, que talvez seja a pessoa que mais me conhece, pela primeira vez, não soube captar o que passava dentro dessa cabeça.
Bom, é verdade.. a cabeça está meio fora do ar. Os dramas do meu coração roubaram o ibope de qualquer outro sentido que eu tenha.
No final de semana passado eu te observava de longe, te decifrando e tentando descobrir o que realmente você sentia.
E foi a prova de que eu precisava para crer que nós precisamos de atenção e uma boa regada de carinho para continuarmos saudáveis e reforçar a cada vez mais a certeza de que essa bolha é realmente o melhor que temos.
Você trouxe o primeiro item da lista de coisas quase sempre são impossíveis no meu dia a dia. Você trouxe teu abraço mais quente, tuas melhores piadas, minha certeza e meu maior sorriso. E que seja assim sempre!
Mas o que eu quero te dizer msm, é que essa roda gigante está servindo pra alterar algumas coisas dentro de mim. Mas que a melhor sensação vai ser aquela de quando ela parar de rodar, e eu ainda estiver dentro da casinha.
Vai ser lembrar do medo que aquela altura me dava e olhar pro lado e ver que está tudo bem, que ainda estamos vivas e que enfim estamos montando o nosso próprio circulo... Colocando só casinhas do bem na brincadeira e em prática todos os nossos planos.
E como diz o título lá em cima... “Se eu tivesse mais alma pra dar, eu te daria. Isso pra mim que é viver!”
Eu te amo, irmãe. Obrigada por tudo e me desculpa tb por tudo sempreeee!!!